A premiada Educadora Dorina Gouvêa, a Filantropa dos Deficientes Visuais.
No dia 28 de maio de 1919, nascia à educadora e filantropa, Dorina de Gouvêa Nowill no Estado de São Paulo, a também administradora brasileira trabalhou intensamente na criação de instituições em prol de deficientes, sejam eles visuais e não visuais. A filantropa e educadora se dedicou na regulamentação da educação para cegos, trabalhando na criação de leis e fazendo campanhas para que os mesmos fossem reconhecidos e beneficiados. A reconhecida e premiada educadora de formação trabalhou na Secretaria de estado da Educação de São Paulo, especificamente, no Departamento de Educação Especial para cegos e foi responsável por sua criação. Logo no início da década de 60. Tendo seu trabalho reconhecido nacionalmente, quando se mudou para Brasília, ela dirigiu o primeiro órgão nacional de educação para cegos no Brasil, realizando programas e implantou projetos a serviços de cegos e também em diversos estados do País. Dentre muitos projetos implantados com a finalidade de prevenção da cegueira, vários eventos foram realizados, juntamente com campanhas de combate a cegueira. A educadora, já na década de 70, foi eleita no ano de 1979 como Presidente do Conselho Mundial dos Cegos. No ano de 1981, foi convidada pela Assembleia das Nações Unidas para representar o Brasil no evento Internacional. Todavia, durante duas décadas a educadora trabalhou para implantar no Congresso Nacional, em 1989, ratificando a “Convenção 1599”, o projeto de tratamento de reabilitação, treinamento e profissionalização de deficientes visuais. Dorina de Gouvêa foi a responsável pela fundação da primeira imprensa Braille de grande porte no País e foi reconhecida como uma das Brasileiras mais influentes no ano de 2009, pelo seu trabalho. Dorina Gouvêa, faleceu no dia 29 de agosto de 2010, em São Paulo, aos 91 de idade e de contribuição em prol dos deficientes visuais.
